Neoliberalismo
Menos Estado, mais concorrência, e o preço fazendo o trabalho de coordenar.
Posição na matriz: linha 5, coluna 4 · eixo econômico à direita · eixo social universalista
Defende privatização, abertura comercial, desregulamentação e disciplina fiscal, sob o argumento de que mercados competitivos alocam recursos melhor que burocracias e que a liberdade econômica sustenta as demais liberdades. Aceita uma rede mínima de proteção, focalizada em quem realmente não consegue pagar.
Milton Friedman é a referência mais influente, e o receituário se difundiu globalmente a partir dos anos 1980, com Thatcher e Reagan. No Brasil, orientou as privatizações dos anos 1990 e continua sendo o eixo do programa do NOVO.
Os críticos apontam que três décadas de aplicação vieram acompanhadas de concentração de renda e de crises financeiras recorrentes. Defensores respondem que o período coincide com a maior redução de pobreza absoluta da história, puxada por abertura comercial na Ásia.
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