Nacionalismo conservador

O mundo é feito de nações distintas, e isso é uma virtude, não um problema.

Posição na matriz: linha 2, coluna 5 · eixo econômico à direita · eixo social identitário

Defende que a nação — com língua, história e costumes próprios — é a unidade política legítima, e que projetos supranacionais enfraquecem a autogoverno dos povos. Aceita economia de mercado, mas com proteção estratégica e controle de fronteiras. Diferente do nacionalismo autoritário, atua dentro das eleições e das regras constitucionais.

Yoram Hazony deu à corrente sua formulação contemporânea em 2018, argumentando que o Estado-nação é a melhor barreira contra impérios. A onda que inclui o Brexit e movimentos conservadores em vários países se identifica com essa leitura.

A crítica é que a definição de quem pertence à nação nunca é neutra: sempre há alguém dentro do território que a definição deixa de fora. E que problemas como clima, pandemia e tributação de multinacionais não respeitam fronteira, então recusar coordenação internacional pode ser autodestrutivo.

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