Escola de Frankfurt
A dominação não está só na economia. Está na cultura que nos parece natural.
Posição na matriz: linha 3, coluna 2 · eixo econômico à esquerda · eixo social identitário
Deslocou a análise marxista da fábrica para a cultura. Argumenta que rádio, cinema e publicidade — a indústria cultural — produzem consentimento: as pessoas aceitam a ordem existente porque aprenderam a desejá-la. A emancipação, nessa leitura, passa por perceber o que parece óbvio e não é.
Adorno, Horkheimer, Marcuse e Benjamin formaram o núcleo, no Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt a partir de 1923, muitos deles escrevendo no exílio durante o nazismo. É uma das correntes mais lidas nas universidades brasileiras.
A crítica mais frequente é o pessimismo: se toda cultura de massa é manipulação, sobra pouco espaço para as pessoas comuns escolherem alguma coisa, e a teoria acaba tratando o público como incapaz. Críticos também apontam que a escola diagnosticou muito e propôs pouco em termos práticos.
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